EsplanadaLeandro Mazzini

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Publicação: Quarta-feira, 01/06/2016
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O tour anti-zika

O ministro dos Esportes, Leonardo Picciani, fará um tour internacional às pressas a partir de sábado, por sete dias. Vai para Londres e Nova York, concederá entrevista aos principais jornais e termina o roteiro na sede da ONU dia 11. Dia 9, passa por Washington para dar as boas-vindas numa festa da comitiva olímpica norte-americana, que prepara embarque para o Rio de Janeiro. A pauta é única: “Dar uma mensagem positiva ao mundo de que está tudo bem e não há epidemia de zika”, diz à Coluna.

 

Campanha do mal

O COI e o COB identificaram forte divulgação internacional sobre epidemia de zika e risco à saúde dos atletas estrangeiros. Alertaram o ministro. É terrorismo psicológico.

 

Força Nacional

Outra missão de Picciani é explicar que o Rio terá a segurança reforçada durante os Jogos. O caso do estupro coletivo na menor chocou a comunidade esportiva mundial.

 

Van do terror

Os yankees lembram outro caso: em 2013, uma turista  foi estuprada oito vezes por cinco homens dentro de uma van no Rio. Na frente do namorado estrangeiro.

 

Lotou o baú

Na véspera da saída da presidente Dilma do cargo, um caminhão baú parou na porta da nova sede do Banco do Brasil, na Asa Norte, e levou mais de 20 ‘CPUs’ de computadores da Diretoria de Governo. Eram do departamento onde foi gerido o programa de Dilma para pressionar os bancos a reduzirem os juros em 2013.

 

Que dupla

À época, o agora presidente do BB, Paulo Cafarelli, era braço-direito do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ‘sócio’ de Dilma no aperto aos bancões.

 

Contrapeso prévio

Circula no Congresso que os vazamentos dos áudios de Sérgio Machado que prejudicam senadores do PMDB são um aperitivo, e uma justificativa para a grande operação que vem aí, de cerco a Lula e a Dilma.

 

Revolta na CGU

Não satisfeitos com a queda do ministro Fabiano Silveira, os servidores da antiga CGU continuarão mobilizados. Os grupos estão divididos, mas com o mesmo propósito de reforçar o órgão. A turma de Brasília, em parte, gostou da migração da pasta para ministério. As regionais querem a volta da estrutura CGU.

 

Escalação

Os servidores mandaram recado ao presidente Temer de que aceitam um nome de carreira para ministro, com expertise e perfil técnico, e não mais indicação política. Os ministros palacianos de Temer insistem em promover um nome político.

 

Perdeu, patroa

A ex-ministra Kátia Abreu perdeu o controle da Confederação Nacional da Agricultura,  que presidiu e onde fez o sucessor. Amigos do agronegócio lhe viraram as costas após ela insistir em ficar ao lado de Dilma Rousseff. Deram-lhe duas chances de se dissociar da presidente mal-avaliada, e Kátia não arredou pé. CNA e Kátia romperam de vez.

 

Espiões

O governador de Minas, Fernando Pimentel, desconfia de que está sendo seguido. Não pela Polícia Federal. Por detetives particulares.


Bola dividida

Há um racha no Governo Temer sobre a legalização dos Jogos. O senador aliado Blairo Maggi, relator, e o ministro do Turismo, Henrique Alves, são a favor. Mas José Serra (MRE), Osmar Terra (Desenvolvimento Social) e Ronaldo Nogueira (MT) são contra.

 

Ouvidos atentos

A Secretaria de Segurança do STF continuou as varreduras sigilosas nos gabinetes dos ministros. Mas não acionou a Polícia Federal para descobrir e investigar quem instalou a escuta ambiental no gabinete do ministro Luis Barroso.

 

Tão perto, tão longe

Secretário-geral da AGU, Paulo Kuhn avisa que é servidor de carreira. Não nega que atuou no Jurídico do PR – com outros 20 advogados – mas cita que jamais teve contato com Valdemar da Costa  Neto e com a senadora Gleisi Hoffmann (PT).

 

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