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Domingo, 10/04/2016
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MNU lança campanha para tornar 20 de novembro feriado em Brasília

 

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Evento do Movimento Negro Unificado (MNU), de Brasília, neste domingo (10), propõe projeto de iniciativa popular para fazer do dia 20 de novembro feriado no Distrito Federal. 

 

A atividade, uma feijoada, será na QNH 2, em Taguatinga Norte, a partir do meio dia, com apresentação do grupo de samba Raro Kerer e do cantor Máximo Mansur. 

 

A data de 20 de novembro refere-se à luta do Quilombo dos Palmares, destruído no século 17 por uma míliica liderada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho. 

 

A comunidade que à época era liderada por Zumbi dos Palmares notabilizou-se pela resistência à escravidão, segundo historiadores, por pelo menos 50 anos de investidadas das forças coloniais. 

 

Em varias capitais e municípios do país a data já se tornou feriado. 

 

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Mais informações:

jaciradf13@gmail.com

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Sábado, 09/04/2016

Clara Arreguy lança "Dia de Sol em Tempo de Chuva"

 

Fonte: Centro Cultural Português 

 

 

 

 

Na próxima quinta-feira (14), às 19h30, a jornalista e escritora Clara Arreguy lança "Dia de Sol em Tempo de Chuva"  no Camões – Instituto da Cooperação e da Língua no Brasil o livro, “Dia de Sol em Tempo de Chuva”. 

 

A obra romanceia as histórias de um alfaiate português que imigrou no século 19 e de seu neto, que refaz de volta o percurso, em busca de respostas.

 

Mineira de Belo Horizonte e radicada em Brasília, Clara Arreguy, tem 30 anos de jornalismo e nove livros publicados. Trabalhou nos jornais Estado de Minas e Correio Braziliense, escreveu crônicas para a revista Veja Brasília e atua também como blogueira de literatura e editora de livros, sites e portais. 

 

Paralelamente ao lançamento, haverá exposição de fotos de Portugal feitas pelo fotógrafo gaúcho Paulo de Araújo. A entrada para o evento é gratuita e os livros estarão à venda no local.

 

 

A jornalisa, cronista e escritora Clara Arreguy. Foto: Divulgação

 

 

Mais informações:

geral@institutocamoes.org.br

 

 

 

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Sexta-feira, 08/04/2016

Árabes cristãos estão fugindo em massa de Belém

 

Fonte: Trecho da Carta do Oriente-Médio (n. 36/2016). Análise elaborada mensalmente por estudiosos da Associação Cultural Israelita de Brasília (Acib). A íntegra do texto pode ser lida em www.acibdf.com.br


 

 

Procissão de cristãos em Belém em comemoração ao Natal. Foto: Divulgação


 

 

Fiel na Igreja da Natividade, em Belém. Foto: Divulgação

 

 

"A revista jesuita “América” publicou recentemente que os árabes cristãos estão fugindo em massa de Belém, a santificada cidade natal de Jesus. Em 1990, os cristãos compunham a maioria dos moradores da cidade; hoje são apenas 15%. 

 

 

Mas porque os cristãos estão fugindo? O correspondente da revista, Jeremy Zipple, dá uma razão e apenas uma única: Desde 2003 Belém tem sido cercada por um muro militar de 8 metros de altura. Zipple está naturalmente se referindo à barreira de separação construída por Israel durante a Segunda Intifada para impedir as bombas dos palestinos suicidas. 

 

 

Disse um entrevistado (por Zipple), Hanan Nasrallah, empregado palestino dos Serviços Católicos de Assistência (Catholic Relief Services) que Israel construiu o muro, que o muro torna a vida difícil, logo os cristãos palestinos estão saindo de Belém. Segundo Nasrallah, tanto cristãos quanto muçulmanos enfrentam os mesmos desafios e é so a ocupação judaica é que está causando sofrimento a ambos.

 

Não obstante, a população muçulmana de Belém está crescendo. Na verdade, eles não estão abandonando, estão chegando – em grandes números.


É importante notar, antes de mais nada, que a soberania judaica não conduz ipso facto à emigração cristã. No território de Israel, a população cristã vem crescendo firmemente há décadas. Atualmente, árabes cristãos servem nas fôrças armadas e nos vários níveis do governo israelense.

 

 

Estudantes palestinas em visita à Igreja da Natividade. Foto: Divulgação

 

 

 

 

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Sexta-feira, 08/04/2016

WhatsApp aposta em criptografia para proteger clientes

 

Fonte: G1

 

 

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Com o objetivo de proteger ainda mais o usuário, o WhatsApp lançou na última terça-feira (5) um serviço de segurança de mensagens dos internautas.

 

Os usuários foram avisados pela rede social no meio de suas mensagens desde a manhã desta terça-feira. O serviço é válido para Android, Iphone e também para quem utiliza o WhatsApp pelo computador, por meio do WhatsApp Web.

 

Na mensagem, a rede social ainda convida o internauta para saber mais sobre o assunto. O WhatsApp destaca, por meio de nota, que lidera o ranking de proteção ao usuário.

 

Por meio da criptografia, é impedido que as mensagens sejam interceptadas ou lidas por terceiros. Nem mesmo funcionários da própria rede social poderiam ter acesso a essas mensagens. 

 

 

Apesar do upgrade, numa comparação com o rival Telegram, o WhatsApp fica a dever de acordo com avaliação de especialistas, quanto aos chats supersecretos. 

 

Levantamento da Electronic Frontier Foundation (EFF), uma organização baseada em São Francisco (EUA) que tem por objetivo proteger direitos civis no mundo digital, entre eles a segurança e privacidade. O modo de criptografia eram os protocolos SSL e TLS, os mesmos usados na troca de emails, deu duas estrelas no total de sete no quesito proteção digital. 

 

 

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Criptografia

O termo Criptografia surgiu da fusão das palavras gregas "Kryptós" e "gráphein", que significam "oculto" e "escrever", respectivamente. Trata-se de um conjunto de regras que visa codificar a informação de forma que só o emissor e o receptor consiga decifrá-la. Para isso varias técnicas são usadas, e ao passar do tempo modificada, aperfeiçoada e o surgimento de novas outras de maneira que fiquem mais seguras. 

 

 

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Quinta-feira, 07/04/2016

Pelos cabelos

 

 

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Por João Pereira Coutinho*

 

Polêmicas por causa do cabelo: o mundo caminha para o Apocalipse? Talvez. Mas antes que a festa acabe, conto rápido.

 

Um estudante branco da Universidade de São Francisco, ostentando as suas rastas, foi abordado por uma aluna negra. A donzela, indignada com o cabelo do rapaz, acusou: “É a minha cultura!” O rapaz tentou justificar-se perante a agressividade da donzela. As coisas não tomaram proporções violentas porque Corey Goldstein (eis o nome do estudante) fugiu a tempo.

 

Fugiu, mas não esqueceu: em vídeo posterior ao incidente, Goldstein justificou-se. Ninguém é dono de uma estética particular, disse ele. E, além disso, o cabelo com rastas existiu em múltiplas culturas –dos egípcios aos vikings, sem esquecer os vitorianos. Os negros, quando muito, apenas continuaram uma tradição.

 

Pior a emenda que o soneto: os Estados Unidos discutem se rastas em rapazes brancos são um roubo cultural imperdoável. E até a Europa participa do delírio: no “The Independent”, a escritora Wedaeli Chibelushi acusa Goldstein de desrespeitar os negros e de usar o cabelo com a arrogância própria da “supremacia branca”. Será que o rapaz não conhece o papel do cabelo na luta contra o racismo e a segregação racial?

 

É triste constatar o fato: ontem havia Martin Luther King; hoje há idiotas que discutem penteados.

 

*Artigo publicado pela Folha de São Paulo, em 7 de abril 

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Quinta-feira, 07/04/2016

Seppir tem edital para jovens comunicadores negros e negras

 

Boletim da Seppir-PR

 

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A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, lanço na semana passada o edital do “Prêmio Antonieta de Barros - Jovens Comunicadores Negros e Negras - 2016” vai contemplar 50 ações de comunicação realizadas por jovens negros e negras. Cada iniciativa receberá um prêmio de R$ 20 mil. Ao todo, será R$ 1 milhão em prêmios para fortalecer a comunicação no país.

 

Os interessados podem se inscrever até o dia 15 de maio por Sedex, carta registrada ou no Protocolo do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. O endereço é "Secretaria de Políticas de Ações Afirmativas, Esplanada dos Ministérios, Bloco A, 9º andar, CEP 70054-906 – Brasília – Distrito Federal". 

 

 

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Antonieta de Barros

Catarinense nascida em 11 de julho de 1901, Antonieta de Barros foi uma pioneira no combate a discriminação dos negros e das mulheres. Foi a primeira deputada estadual negra do país e primeira deputada mulher do estado de Santa Catarina. Além da militância política, Antonieta participou ativamente da vida cultural de seu estado. Fundou e dirigiu o jornal A Semana entre os anos de 1922 e 1927. Neste período, por meio de suas crônicas, ela veiculava suas ideias, principalmente aquelas ligadas às questões da educação, dos desmandos políticos, da condição feminina e do preconceito racial. Dirigiu também a revista quinzenal Vida Ilhoa, em 1930, e escreveu vários artigos para jornais locais. Com o pseudônimo de Maria da Ilha, escreveu, em 1937, o livro Farrapos de Ideias.

 

 

Mais informações:

Fone: (61) 2025-7147

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Perfil.

Sionei Leão

Jornalista com interesse em história, segurança nacional, cultura judaica, igualdade racial, direitos humanos, documentário, soul music e mídias sociais. Em 2005, recebeu o Prêmio Palmares de Comunicação pelo documentário Kamba'Racê sobre participação de afrodescendentes na Guerra do Paraguai .

E-mail: sionei.leao@gmail.com

Histórico.

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2010
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