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Sábado, 16/04/2016
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Sossego - Ilê Aiyê - JAMnoMAM

 

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Sexta-feira, 15/04/2016

Comunidade afroreligiosa promove ato na Praça dos Orixás

 

Hoje, sexta-feira (15), a partir das 16 horas na Praça dos Orixás, em Brasília, acontece ato em louvor a Oxalá como resposta ao vandalismo ocorrido no início da semana no mesmo local. 

 

A atividade convocada pela comunidade afroreligiosa brasilense e do Entorno. Segundo o ogan Luiz Alves, o ato é uma resposata ao ataque que integra uma crescente intolerância religiosa no Distrito Federal.

 

"Não temos tempo para choro, nosso tempo é para luta", declarou. 

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Sexta-feira, 15/04/2016

Difusão de notícias falsas volta a crescer no Facebook

 

 

Fonte: Folha de São Paulo e ANJ

 

Divulgação

 

 

Um levantamento realizado pelo site Buzzfeed mostra que os sites de notícias falsas continuam usando o Facebook para atrair usuários e gerar lucros, mesmo depois de a rede social ter anunciado uma série de medidas para coibir esse tipo de prática há um pouco mais de um ano. 

 

 

O estudoa analisou nove dos maiores sites norte-americanos de fake news: National Report, Huzlers, Empire News, Daily Currant, I Am Cream Bmp, CAP News, NewsBiscuit, Call the Cops e World News Daily Report.

 

 

O Facebook defendeu-se, e afirmou que houve queda no engajamento das páginas desses sites e de seus posts desde que as iniciativas de controle foram colocadas em prática.

 

 

Mas a pesquisa mostra que o número médio de curtidas, comentários e compartilhamentos por post dos nove sites, entre dezembro de 2015 e fevereiro de 2016, mais que dobrou, passando dos 435 para 1.305. O estudo, entretanto, verificou que, até dezembro do ano passado, o engajamento das páginas vinha caindo.

 

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Quinta-feira, 14/04/2016

Ataques cibernéticos a Israel do 'Anonymous' são mais promocionais, afirmas especialistas

 

Fonte: Tazpit 

Tradução: Bruno Scala / Foto: IDF

 

 

Foto: Tazpit

 

 

Um grupo de hackers organizado de forma amadora, que tem como alvos atacar desde o PayPal até o ISIS, tem tentado anualmente, desde 2013, invadir sites israelenses no dia 7 de abril, quando lançou sua campanha contra Israel no Dia de Lembrança do Holocausto no país, conhecido como Yom Hashoah. Este ano, o grupo ameaçou realizar ataques cibernéticos em escritórios do governo e divulgar dados pessoais de cidadãos israelenses em uma operação apelidada de "Operação Israel".

 

 

Para especialistas, os ciberataques lançados pelo grupo hacker anti-Israel ‘Anonymous' estão mais para propaganda exagerada do que ações prejudiciais, de acordo com especialistas israelenses em segurança cibernética, que afirmam que a cobertura da mídia tem o objetivo apenas de fomentar medo desnecessário e fora de sincronia com a realidade da ameaça.

 

Embora até agora tenha havido apenas pequenos vazamentos de informações de cartão de crédito de israelenses, obtidos de sites mal protegidos. Especialistas afirmam que o grupo hacker Anonymous tem provado ser uma organização relativamente amadora, incapaz de violar sistemas israelenses, que são altamente protegidos.

 

Jonathan Glinger, um advogado de direito cibernético, descartou a ameaça como histeria injustificada. "Todo ano vemos a mesma coisa", disse. 


A principal estratégia do Anonymous é gerar artificialmente tráfego para websites, de maneira a sobrecarregá-lo até ele cair, explicou Nitsan Sabdan, do Centro de Estudos para Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança em Computadores de Israel (IL-CERT).

 

Enquanto Sabdan admitiu que ‘o dia ainda não terminou’ e que a possibilidade de surpresas não pode ser negligenciada, ele concluiu que pouco dano seria causado, e concordou com Glinger sobre o barulho desproporcional promovido pelos meios de comunicação a respeito do assunto.

 

"Há uma grande diferença entre os exageros da mídia e a realidade. O Anonymous também tenta fazer um estardalhaço a respeito de suas atividades com objetivo de atrair mais atacantes cibernéticos”.

 

 

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Quarta-feira, 13/04/2016

Câmara dos Deputados anuncia cronograma de votação do impeachment de Dilma

 

 

Fonte: Agência Câmara


 

A Câmara dos Deputados anunciou o cronograma de votação do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Na sexta-feira (15), às 8h55, será aberta sessão no Plenário para discutir o parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), aprovado em comissão especial, que recomenda a abertura do processo de impeachment.

 

Os autores do pedido do impeachment — os juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal — terão um prazo comum de 25 minutos para expor os seus argumentos. Em seguida, haverá 25 minutos para a defesa de Dilma, que poderá ser feita por ela pessoalmente ou por um procurador.

 

Depois, falarão os líderes de partidos representados na Câmara, seguindo a ordem da maior para a menor bancada. Serão realizadas sessões sucessivas até que todos eles tenham concluído as suas falas, entrando pela madrugada de sábado. "Ficaremos 24 horas no ar", disse Cunha.

 

Às 11 horas do sábado (16), começará uma nova sessão para continuar a discussão do parecer. Os deputados inscritos na véspera terão três minutos, cada um, para falar. Haverá sessões sucessivas até que todos falem. Poderá, entretanto, ser apresentado requerimento de encerramento de discussão.

 

No domingo (17), a partir das 14 horas, acontecerá a sessão de votação do parecer. O relator Jovair Arantes terá 25 minutos para se pronunciar e os líderes falarão em seguida. O início da votação está previsto para as 15 horas, e cada deputado terá apenas 10 segundos para manifestar o seu voto ao microfone. Durante a votação, não serão permitidos encaminhamentos dos líderes nem apresentação de questões de ordem pelos deputados.

 

Cunha disse esperar que a votação esteja concluída por volta das 21 horas

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Terça-feira, 12/04/2016

Ogan avalia que incêndio na Praça dos Orixás foi intolerância religiosa

 

 

Imagem da estátua que homenageia o orixá Oxalá, após o incêncio. 

Foto: Luiz Alves 

 

 

 

"Algumas pessoas e meios de comunicações estão insistindo na tecla de que houve um ataque de vandalismo e não ato de intolerância religiosa.

 

O que o Foafro-DF afirma é que houve sim um ato de intolerância religiosa, quando alguém depreda ou destrói um símbolo sagrado seja lá de qual denominação for, está praticando um ato de intolerância religiosa. 

 

Quem foi lá foi para destruir e de modo muito bem pensado, pois levou líquido inflamável que propagasse a chama e mantivesse o fogo, não foi uma ocorrência devido às velas acesas, pois senão já teria ocorrido há muito tempo"

 

 

Depoimento do Ògan Luiz Alves, coordenador do Foafro-DF, em relação ao ato no último madrugada, quando desconhecidos atearam fogo numa das estátuas da Praça dos Orixás, às margens do Lago Parnoá, em Brasília



Foto: Luiz Alves 

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Perfil.

Sionei Leão

Jornalista com interesse em história, segurança nacional, cultura judaica, igualdade racial, direitos humanos, documentário, soul music e mídias sociais. Em 2005, recebeu o Prêmio Palmares de Comunicação pelo documentário Kamba'Racê sobre participação de afrodescendentes na Guerra do Paraguai .

E-mail: sionei.leao@gmail.com

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