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Quarta-feira, 01/06/2016
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Peça Salina em cartaz na Caixa Cultural

 

Fonte: Caixa Cultural 

 

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De 2 a 5 de junho, “Salina” estarpa em cartaz no teatro da Caixa, em Brasília. o espetáculo é uma montagem do Amok Teatro para texto, de mesmo nome, do francês Laurent Gaudé, com direção de Ana Teixeira e Stephan Brot. Inédita no Brasil, a peça conta a saga de Salina, personagem central da trama e que dá nome ao espetáculo.

 

 

Casada à força e brutalmente violada por seu marido, Salina dá à luz a Mumuyê Djimba, um filho que ela rejeita e detesta, tanto quanto ao pai da criança. Acusada de deixar o esposo morrer agonizante, num campo de batalha, Salina é banida de sua cidade e forçada a viver no deserto. Isolada de seu povo e sozinha, ela nutri um forte desejo de vingança. De sua ira, é gerado um filho, Kwane, que, mais tarde, trava uma guerra com seu irmão, Djimba, quando uma surpreendente reviravolta transforma o destino de Salina.

 

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Mais informações:

3206-6456.

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Domingo, 29/05/2016

Anônimo traduz a bíblia para emojis

 

Fonte: olhardigital.uol.com.br

 

 

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Um dos livros mais traduzidos da hitória ganhou agora uma nova versão: em emojis. Um usuário anônimo, que prefere ser conhecido apenas pelo nome de ðŸ˜Å½ (emoji sorridente com óculos escuros), criou uma versão da Bíblia que substitui por ícones o máximo de palavras possíveis.

 

 

 

Chamada (adequadamente) de "Bible Emoji, a tradução toma como base a Bíblia do Rei Jaime, publicada pela primeira vez no século XVII na Inglaterra e o livro mais publicado em língua inglesa até hoje. Além de emojis, ela também traduz as escrituras usando abreviações e gírias comuns da internet. Ela tem como subtítulo "Scripture 4 Millenials" (algo como "escrituras p/ millenials").

 

 

 

Em entrevista ao Guardian, ðŸ˜Å½ disse que o projeto levou cerca de seis meses. Para realizá-lo, ele utilizou um programa que ele próprio criou, que liga 80 emojis a cerca de 200 palavras correspondentes. "Eu achei que se a gente avançasse 100 anos no futuro, haveria uma versão da bíblia em emojis", disse ðŸ˜Å½, "então eu achei que seria divertido tentar criá-la".

 

Após terminar a primeira versão do projeto, ðŸ˜Å½ começou a tuitar pedaços do texto "como uma espécie de revisão pública" usando a conta @BibleEmoji:

 

 

 

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Sábado, 28/05/2016

Primeiras grafiteiras afegãs usam arte para apagar as marcas da guerra

 

 

Por Jaque Barbosa

Fonte: www.hypeness.com.br

 

 

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Shamsia Hassani e Malina Suliman são duas mulheres afegãs marcadas pelos problemas que há anos afetam o seu país: conservadorismo, extremismo religioso, guerras e constantes atentados à liberdade das mulheres. Ambas encontraram na arte e no graffiti a forma de simbolizar as vozes oprimidas pelo regime.

 

Têm estilos diferentes, mas são as primeiras grafiteiras do Afeganistão. Shamsia e Melina apagam as marcas da guerra, os muros quebrados, os prédios destruídos pelas bombas, com spray e rolos de tinta. Pintam para mostrar para o mundo que o Afeganistão é mais do que aquilo que vemos nos jornais e para incentivar outras mulheres afegãs a não calarem seus anseios de liberdade.

 

Shamsia tem 24 anos e é formada em Belas Artes, na Universidade de Cabul, e começou como artista digital, até perceber o impacto que poderia causar colorindo as ruas de uma cidade devastada pela guerra com suas mensagens. Pinta mulheres de burca, em poses dominantes e seguras, porque considera que não é a burca que define a liberdade das pessoas, mas sim a paz.

 

 

Apesar de ser reconhecida pelo seu trabalho, Shamsia é obrigada a pintar em lugares fechados e abandonados, ou onde é convidada diretamente, por razões de segurança. Ela mantém uma série chamada Dream of Graffiti, com todas as obras que gostaria de pintar no Afeganistão.

 

Já Malina, tem 23 anos e, além de professora, realizava suas atividades enquanto grafiteira de forma disfarçada, saindo às ruas de Kandahar, uma das cidades mais perigosas do Afeganistão, para espalhar mensagens políticas.

 

Foi várias vezes ameaçada pelos Taliban e seu pai acabou sendo agredido. Esteve exilada na Índia e voltou recentemente, para continuar seu trabalho pelas ruas.

 

 

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Sábado, 21/05/2016

Coalizão quer primeira juíza negra do Brasil no comando da Seppir

 

Desembargadora aposentada Luislinda Valois é o nome defendido para chefiar a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial por dirigentes de PMDB, PPS, PSB, PSDB e PP ligados à causa



Divulgação. Luislinda é considerada a primeira mulher negra a se tornar juíza no Brasil 



Por Sionei Ricardo Leão

Especial para o Congresso em Foco



Considerada a primeira mulher negra a se tornar juíza no Brasil, a desembargadora aposentada Luislinda Valois é o nome que está sendo defendido para chefiar a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) por dirigentes nacionais de núcleos de promoção da igualdade racial de PMDB, PPS, PSB, PSDB e PP – legendas que integram a base aliada do governo interino do presidente Michel Temer. De acordo com essa articulação, que se autodenomina Coalização Racial, Luislinda conta com as credenciais pertinentes para ser a nova secretária. Tem trânsito perante vários segmentos do Movimento Social Negro e é conhecida nacionalmente.


Com o propósito de respaldar Luislinda para chefiar a Seppir, o grupo vem se reunindo com quadros influentes no governo interno de Michel Temer para criar as condições políticas para que o nome da desembargadora emplaque. “Nosso empenho tem sido de garantir as políticas de igualdade racial e combate ao racismo no governo Temer, para tanto, um quadro como Luislinda na secretaria será importante”, argumenta o dirigente do Tucanafro (PSDB), Juvenal Araújo.


No mesmo tom, Bruno Teté (PP) reforça que a desejada escolha de Luislinda por ser mulher negra com reconhecida atuação junto à militância dará um sinal ao país de que o governo Temer não vai retroceder nas políticas de igualdade racial.



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Sentença por racismo


Natural de Salvador (BA), neta de escravo, filha de um motorneiro de bonde e uma passadeira e lavadeira, Luislinda tem reconhecida atuação junto aos movimentos negros. A desembargadora graduou-se em direito pela Universidade Católica de Salvador, em 1978. Além da trajetória jurídica, tem uma atuação na educação, tanto que foi professora do Colégio Militar de Salvador.


Luislinda foi procuradora-geral do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), hoje DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), antes de passar em primeiro lugar em um concurso para a Advocacia-Geral da União (AGU).


Tornou-se juíza em 1984, adotando o uso de colares de candomblé em suas audiências. Foi autora da primeira sentença de condenação por racismo no país, em 1993. Criou, em 2003, o projeto Balcão de Justiça e Cidadania, para resolução de conflitos em áreas pobres de Salvador.


 

Em 2011, Luislinda foi promovida a desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), conquista que a fez conhecida nacionalmente. É autora do livro O negro no século 21.



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Quarta-feira, 18/05/2016

Ministro garante a coalização racial manutenção da estrutura e status da Seppir

 

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O ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, afirmou nesta quarta-feira (18) a representantes nacionais de núcleos de igualdade racial de legendas que integram a base aliada do presidente interino Michel Temer que vai manter a estrutura e o status da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). 

 

A Seppir é uma das pastas que foi incorporada ao Ministério da Justiça, chefiado por Moraes, na reforma administrativa promovida pelo presidente Temer. Na audiência dirigentes do PMDB, PPS, PSDB, PP e PSB que se autodefinem Coalização Racial manifestaram preocupação com o futuro do organismo e com a manutenção das políticas a cargo da secretaria. 

 

 

Uma das inquietações era se a Seppir deixaria de ter status de segundo escalão, ficando subordinada a uma das secretarias do ministério. Da mesma forma, os ativistas indagaram sobre a manutenção de programas e projetos que vem sendo desenvolvidos na área de combate ao racismo e promoção da igualdade racial. 

 

Moraes afirmou que a Seppir terá a mesma prioridade e hierarquia de outras secretarias como a de Direitos Humanos e das Mulheres. A promessa foi respaldada pelo senador José Aníbal (PSDB-SP), que participou da audiência. 

 

 

Portaria 

O ministro Moraes informou que uma portaria será publicada nos próximos dias formalizando essa estrutura. 

 

Na avaliação do representante do Tucanafro, núcleo do PSDB, o resultado da audiência foi animador. “Nós não saímos apenas com promessas, o compromisso antecipado pelo ministro será concretizado por meio de uma publicação oficial, isso nos deixou otimistas”, analisou. 

 

A Seppir criada em 2003 integrava a estrutura da Presidência da República como secretária especial. No segundo mandato da presidente Dilma Rousseff foi reunida numa só pasta com a secretarias da Mulher e de Direitos Humanos. Na semana passada, por meio de decreto do presidente Temer, a estrutura foi unida ao Ministério da Justiça, sob o comando de Alexandre de Moraes. 

 

 

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Domingo, 08/05/2016

Papa Francisco analisa significado das mídias sociais

 

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“O encontro entre a comunicação e a misericórdia é fecundo na medida em que gerar uma proximidade que cuida, conforta, cura, acompanha e faz festa. Num mundo dividido, fragmentado, polarizado, comunicar com misericórdia significa contribuir para a boa, livre e solidária proximidade entre os filhos de Deus e irmãos em humanidade”

 

 

Palavras do Papa Francisco em referência ao 50º Dia Mundial das Comunicações Sociais, celebrado neste domingo (8). Para ele, e-mails, SMS, redes sociais e chats podem ser formas de comunicação plenamente humanas



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Perfil.

Sionei Leão

Jornalista com interesse em história, segurança nacional, cultura judaica, igualdade racial, direitos humanos, documentário, soul music e mídias sociais. Em 2005, recebeu o Prêmio Palmares de Comunicação pelo documentário Kamba'Racê sobre participação de afrodescendentes na Guerra do Paraguai .

E-mail: sionei.leao@gmail.com

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